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Servindo Voluntariamente Cabo Verde e a Humanidade

Afixadas listas para a Eleição dos Órgãos Superiores da Sociedade Nacional da Cruz Vermelha de Cabo Verde.

Confira em:

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A Cruz Vermelha de Cabo Verde inaugurou hoje a sua primeira Loja Solidária, uma iniciativa que reforça a rede de proteção social da instituição e promove um modelo de economia solidária e sustentável.

A loja disponibiliza artigos a preços acessíveis, incentivando a reutilização e o consumo consciente. As receitas revertem integralmente para o financiamento dos programas sociais e humanitários da CVCV, contribuindo para a sustentabilidade das suas ações.

Na cerimónia de inauguração, o Presidente da CVCV, Arlindo Soares de Carvalho, destacou que o projeto reforça a missão da instituição no combate à vulnerabilidade social, funcionando como uma ponte entre a generosidade dos doadores e as necessidades das famílias assistidas.

O evento ficou marcado pela atribuição do patronato à Presidente da Cruz Vermelha da Costa do Estoril- Portugal - Dra. Manuela Filipe, assinalando os 30 anos da sua primeira missão em Cabo Verde. A patrona manifestou emoção e profundo vínculo à instituição e ao país, que considera a sua segunda casa.

A cerimónia contou com a presença do Ministro de Estado, da Família, Inclusão e Desenvolvimento Social, Fernando Elísio Freire, que destacou o papel essencial do voluntariado na promoção da igualdade e da dignidade humana, sublinhando que o voluntariado nasce do compromisso e do amor ao próximo.

A Cruz Vermelha de Cabo Verde (CVCV) inaugura, nesta segunda-feira (23), pelas 15h00, a sua Primeira Loja Solidária, localizada em Achada Grande Frente – Zona Industrial, na Praia, numa iniciativa que reforça o compromisso institucional com a promoção da dignidade humana e o apoio às pessoas em situação de vulnerabilidade.

A cerimónia será presidida por Sua Excelência o Ministro de Estado, da Família, Inclusão e Desenvolvimento Social, Fernando Elísio Freire, sublinhando a importância social e institucional do projeto.

A Loja Solidária surge como uma resposta estruturada às necessidades de famílias e indivíduos em situação de maior fragilidade social. Assente nos princípios da economia circular e da solidariedade ativa, o espaço disponibiliza bens essenciais — como vestuário, calçado, artigos de higiene e utilidades domésticas — a preços simbólicos, revertendo integralmente as receitas para o financiamento dos programas sociais e humanitários da instituição.

A iniciativa presta igualmente homenagem à sua patrona, Manuela Filipe, cidadã portuguesa com profunda ligação a Cabo Verde, cujo contributo relevante e continuado tem fortalecido a ação humanitária da Cruz Vermelha no país. A homenageada marcará presença na cerimónia inaugural.

Integrada numa lógica de intervenção social articulada, a Loja Solidária direciona-se particularmente a famílias de baixo rendimento, agregados monoparentais, idosos em situação de isolamento ou com insuficiência de meios, pessoas com deficiência, migrantes e comunidades afetadas por crises temporárias ou estruturais.

Mais do que suprir necessidades básicas, o projeto visa promover a inclusão social, combater o isolamento e incentivar a responsabilidade partilhada entre instituições, setor privado e sociedade civil. Durante o ato inaugural, serão apresentados o modelo de funcionamento do espaço e as modalidades de colaboração através de parcerias e doações.

Com esta iniciativa, a Cruz Vermelha de Cabo Verde reafirma o seu papel enquanto instituição humanitária de referência, comprometida com soluções sustentáveis e centradas na dignidade das pessoas.

O Conselho Superior da Cruz Vermelha de Cabo Verde aprovou uma série de reformas introduzidas ao Plano de Cargos, Carreiras e Salários (PCCS) e à Estrutura Orgânica da instituição, consideradas medidas estratégicas para o fortalecimento interno. Estas atualizações visam criar bases mais sólidas para a gestão de recursos humanos e para a organização funcional da entidade.

Com estas mudanças, a instituição procura melhorar as condições de trabalho, estimular a produtividade e promover o desenvolvimento sustentável. A revisão dos instrumentos internos permitirá alinhar de forma mais eficaz a gestão de pessoas com os objetivos estratégicos e o mandato humanitário da organização.

As reformas reforçam ainda princípios como transparência, meritocracia e eficiência, consolidando um modelo de governação mais moderno e orientado para resultados.

 

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