Últimas Notícias


Servindo Voluntariamente Cabo Verde e a Humanidade

A pandémica crise causada pela Covid-19 abalou um pouco, mas a excelente estrutura organizativa e capacidade de trabalho permitiram à Cruz Vermelha de Cabo Verde manter a cabeça fora de água e funcionar de forma desafogada, garante o director Administrativo e Financeiro da organização, Afonso Tavares, que aponta o crescimento das receitas em 9,8% e a gestão eficiente dos recursos como factores determinantes para assegurar a estabilidade e a vitalidade da CVCV nestes últimos três anos (2017-2020) do primeiro mandato do já renovado Conselho Directivo.

A Cruz Vermelha de Cabo Verde vive uma situação financeira e patrimonial sólida e estável, garante, com convicção, o director financeiro da organização de cariz social e humanitária. Melhor, segundo Afonso Tavares, a CVCV até viu reforçada a sua estabilidade financeira, em tempos de Covid-19, pela sua capacidade de mobilização de recursos externos e internos.
"A situação de estabilidade foi reforçada pela capacidade de mobilização de recursos externos e internos junto de parceiros tradicionais como o CICR – Comité Internacional da Cruz Vermelha, a IFRC – Federação Internacional da Cruz Vermelha do Crescente Vermelho e Congéneres, Governo do Canadá, Santa Casa da Misericórdia, Agência Europeia para o Desenvolvimento, etc. e no plano interno, com o Governo através do Ministério da Família e Inclusão Social e SNPCV, Câmaras Municipais, Empresas privadas e Iniciativas da sociedade civil em Cabo Verde e na diáspora", indica Tavares.

O responsável acredita que tal só foi possível devido à boa imagem e credibilidade que a Cruz Vermelha de Cabo Verde nutre hoje junto dos seus parceiros, facto que permitiu um encaixe financeiro, em donativos e equipamentos significativos que permite a CVCV continuar a ajudar a combater as consequências nefastas da Covid-19 junto da população mais necessitada. "No decurso deste ano, em resultado de uma forte diplomacia desenvolvida ao longo deste mandato, aliado a uma boa imagem e credibilidade institucional, a Sociedade Nacional da Cruz Vermelha de Cabo Verde, no actual contexto da pandemia designadamente, mobilizou em financiamentos e donativos financeiros, mais de 69 milhões de Escudos e doações em equipamentos e materiais avaliados em mais de 9 milhões de Escudos", aponta o Director Administrativo e Financeiro - DAF.

Além destes apoios pontuais, a CVCV construiu, nestes três últimos anos do primeiro mandato da equipa directiva liderada por Arlindo Carvalho, um património e uma estrutura organizativa que lhe permitiu crescer em média 9,8%, fruto da modernização e implementação do sistema de divulgação de extração de jogos. "A melhoria da gestão dos jogos sociais, a maior fonte de receitas da Cruz Vermelha (86%) e a iniciativa ousada de colocar o processo de escrutínio na TV em directo, impactou positivamente e em cerca de 9,8% as receitas da CVCV, libertando mais recursos para as acções e intervenções humanitárias", explica Afonso Tavares, reconhecendo, contudo, que "com a suspensão dos jogos sociais, durante o Estado de Emergência, as receitas decaíram. Mas, graças aos nossos parceiros nacionais e internacionais conseguimos funcionar regularmente".

Contas fechadas e auditadas

Em jeito de balanço de mandato, o responsável pela Administração e Finanças da Cruz Vermelha de Cabo Verde mostra que "nestes três anos, os ganhos conseguidos, com impacto financeiro, estão na cooperação e parcerias nacionais e internacionais. A título de exemplo, das parcerias nacionais com as Câmaras Municiais, temos doações em terrenos calculados em mais de 76 milhões de escudos. Nas parcerias internacionais temos doações em máquinas e equipamentos calculadas em cerca de 9 milhões e setecentos mil escudos, para além de dois contentores um de 40 e outro de 20 pés em roupas, calçados e outos materiais doados. Em termos de ajuda monetária, entraram na nossa conta bancaria mais de 69 milhões de escudos ofertados por parceiros nacionais e internacionais. E nessas contas não estão incluídas recursos mobilizados pelos Conselhos Locais em contextos próprios e comunitários, como por exemplo, o contentor conseguido pelo CL de S. Vicente com cerca de 40 camas especiais  e outros petrechos”.

“Com esse dinheiro concluímos na Praia a remodelação da Sede Nacional da CVCV, o Jardim infantil, o armazém de Achada Grande, edifício do Conselho Local e o edifício da 3ª Idade da Praia, em assomada o edifício Conselho Local e o Jardim infantil, No Maio o edifício do Conselho Local e Jardim infantil, em Porto Novo o edifício do Conselho Local, na Ribeira Brava S.N. o edifício Conselho Local e o lar 3ª Idade, na Brava o edifício da 3ª idade e o Conselho Local, entre outras pequenas modificações, num montante total de cerca de 45 milhões e 600 mil escudos. Vai-se iniciar a remodelação do Lar da Terceira idade de São Vicente com contrato assinado no montante de aproximadamente 4,600 milhões de escudos", enumera Afonso Tavares, sublinhando "um quadro de activos importante constituído por uma carteira de investimentos em aplicações financeiras, depósitos a prazo, ações em empresas de telecomunicações, instituições financeiras, além de uma rede de património imobiliário".

Enfim, para o DAF da CVCV, a gestão eficiente dos recursos tem permitido à Cruz Vermelha assegurar o funcionamento de 8 Centros de Idosos, 11 jardins de Infância, beneficiando anualmente 340 idosos e 630 crianças em idade pré-escolar, para além de outros projetos ao nível de cuidados da saúde como o funcionamento do Centro de Consulta de diabetes da Praia, que beneficia mais de 3.000 pessoas/ano e ainda os programas de assistência ao domicílio a cargo de certos Conselhos Locais.

Outro importante dossiê transitado da gestão anterior foi o processo judicial instaurada contra a empresa portuguesa, IDW, pelo falhanço na informatização dos jogos da CVCV, que arrasta desde 2009. Este dossiê, pela sua complexidade, implicou a mobilização de capacidades técnicas e recursos financeiros para o seu acompanhamento, a partir de Lisboa. O que, motivou diversas deslocações do presidente da CVCV, Arlindo Carvalho, seu staff e as testemunhas a Portugal para lidarem de perto com o processo, que a CVCV haveria de ganhar em tribunal com a IDW condenada a pagar uma indemnização de mais de 400 mil euros, incluindo os juros. "Esse valor será investido no Projeto de reforma dos jogos, no novo quadro jurídico e enquanto concessionária dos jogos sociais por um período de 20 anos", esclarece Tavares.

"Todos esses ganhos estão subjacentes a uma boa liderança, gouvernance e em especial a transparência na gestão dos recursos institucionais. E, falando de transparência, todas as contas de 2016 a 2018, estão auditadas pela renomada empresa de auditoria, a PriceWaterHouse, enquanto que as de 2019 estão em curso. “Importa-se dizer que as contas de 2016 e 2017 da gestão anterior, tiveram de ser fechadas por uma empresa de contabilidade e auditadas pela PwC por iniciativa da actual Direcção, não obstante terem sidas aprovadas em sede da Assembleia Geral de outubro de 2017, altura em que foi eleita a nova equipa", pontua Afonso Tavares.

De acordo com Tavares, todos estes ganhos provam que a CVCV está firme e activa, com obras feitas e diversos projectos em carteira, prontos a serem implementados e colocados ao serviço das pessoas, que é o mais importante para a Cruz Vermelha de Cabo Verde, enquanto instituição de elevada responsabilidade social e humanitária.

 

Com o término da Assembleia GeralExtraordinária da Cruz Vermelha de Cabo Verde os delegados presentes mostraram-se satisfeitos com os resultados conseguidos e confiantes no futuro desta Sociedade Nacional. Pois acham que as condições estão criadas para competirem em pé de igualdade com as demais Sociedades Nacionais filiadas na Federação Internacional da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho.

Cumprindo a deliberação da última reunião do Conselho Superior da Cruz Vermelha de Cabo Verde em moldes presencial e videoconferência, em consequência da pandemia do COVID-19, os 31 delegados e 11 convidados da Sociedade Nacional estiveram reunidos nos dias 30 de Setembro e 1 de Outubro, na Biblioteca Nacional em Assembleia Geral Extraordinária com o propósito de discutir e aprovar um pacote de instrumentos jurídicos que visa adotar esta instituição humanitária cabo-verdiana de base legal para a execução de projetos, programas e ações que enformam as leis, princípios e valores desta Sociedade Nacional.

 
Na intervenção de abertura, o Dr. Arlindo Soares de Carvalho, Presidente da Cruz Vermelha de Cabo Verde disse que em outubro de 2017, quando a equipa que lidera assumiu os destinos desta instituição humanitária tinha a noção clara que era preciso fazer reformas profundas e urgentes ao nível da “gouvernance”, de políticas e da administração e gestão estribadas em cinco eixos, como governança, reforma e desenvolvimento institucional, juventude e gestão do voluntariado nacional, reforço da capacidade de intervenção no domínio de catástrofes, emergências e área social, cooperação e desenvolvimento de parcerias, promoção e desenvolvimento da comunicação institucional e por último conhecimento institucional, sendo alguns deles já alavancados e outros em execução, para que a Cruz Vermelha possa estar em condições de ser avaliada pela Sociedade Internacional da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho. 

Esta Assembleia Geral veio demonstrar a sincronia, o forte engajamento e o empenho de todos os seus integrantes, desde os Conselhos locais, Conselhos Executivos e Superiores, pela forma dedicada, informada e participativa como envolveram na discussão para o melhoramento e aprovação dos documentos em pauta como Regime Jurídico e Estatutos, Regulamento Eleitoral, Cartão de Identificação do Voluntário e Colaborador, Código de Conduta, Pano Estratégico, Lei de Emblema, e Regulamento Orgânico, instrumentos jurídicos importantes e imprescindíveis para a melhoria da performance da Cruz Vermelha de Cabo Verde, na medida em que irão impulsionar, aperfeiçoar e transformar a governação e consequentemente a prestação desta instituição nas questões cruciais que o determinam.

Ainda no decorrer desta reunião magna que ora termina e que foi qualificada como a melhor de sempre, quer pela sua organização, planificação e participação, foram apresentadas e aprovadas no ponto diversos mais três deliberações, entre as quais destaca-se a que oficializa, de forma fundamentada o dia 20 de Outubro como dia do voluntariado da Cruz Vermelha de Cabo Verde, data essa que já era comemorada há muitos anos.

Uma outra nota que engrandece esta Assembleia Geral Extraordinária foi a exaustiva socialização dos documentos em pauta, a presença e disponibilidade dos executores e promotores dos diplomas em esclarecer dúvidas, explicar limites e alcance de cada dúvida suscitada durante o debate pelos delegados.

Encontro de lideranças 

É de salientar que no dia 29 de Setembro, dia que precedeu a Assembleia Geral Extraordinária, a Governança, aproveitando a presença dos Presidentes dos Conselhos Locais na Capital do país, realizou o VI Encontro de Liderança da Cruz Vermelha de Cabo Verde a fim de, conjuntamente, refletirem a situação pandémica vivenciada no país em virtude da disseminação do novo coronavírus, atendendo a o que foi feito de acordo com as diretrizes emanadas pelos responsáveis sanitários e correções 
necessárias para a continuidade dos trabalhos.

Tendo em atenção as dificuldades e constrangimentos que muitas vezes os voluntários e colaboradores enfrentam em cada ribeiras e cutelos deste país ao atender os mais carenciados, exigindo uma motivação constante e um grande espírito de liderança e de saber fazer, os promotores entenderam que era fundamental que o encontro centralizasse no exercício da liderança no contexto Cruz Vermelha. 

Segundo o responsável máximo da Cruz Vermelha em Cabo Verde, “para sermos melhores líderes temos de estar motivados, mais e melhor capacitados, com melhor aptidão para exercermos ao nível central e local uma liderança que justifique os propósitos do Movimento”. Foi com este pressuposto que se criou um exausto painel com cariz formativo onde se debateram temas como, Partilha de Experiências em Gestão de Catástrofe e Emergência na Boa Governação, Liderança e Gestão de Processos, Juventude e o Voluntariado, Desafios da Comunicação na CVCV e Retrospetiva, Avaliação e Partilha de Resultados ao nível de Governação.

É opinião unanime que o encontro foi bastante produtivo e os tópicos discutidos revelaram-se importantes e de interesse para a capacitação dos responsáveis locais no cumprimento das suas atribuições.

A Cruz Vermelha de Cabo Verde será ressarcida em pela empresa portuguesa WD2 por não cumprimento de forma adequada o contrato estabelecido no âmbito da automatização dos jogos sociais de totoloto e Jocker.

 

A Cruz Vermelha de Cabo Verde, por decisão do 5º juízo Cível do Tribunal da Comarca de Lisboa acaba de vencer o processo declarativo comum que decorria contra as empresas IDW - Consultoria em Serviços de Informação Lda. e de DW2 - Integração e Desenvolvimento, Lda. desde 2015 respeitante ao contrato de execução pela IDW de uma plataforma informática destinada à melhoria dos serviços de jogos de Totoloto e Joker em Cabo Verde, que passava pela conceção de sistemas de hardware e software, formação no sector de informática, importação e comercialização de equipamentos, componentes, acessórios e consumíveis informáticos, tornando o sistema no seu conjunto mais célere e automático.

 

No decorrer da execução do contrato e da transferida da posição contratual da IDW para a WD2, com a anuência da CVCV começou-se a verificar atrasos e múltiplos defeitos na implementação do sistema, com falhas na captura de matrizes, impossibilidade de digitalização em 2 pontos simultaneamente, impossibilidade de digitalização usando scanner Kodak i150, forçando a CVCV a recorrer ao tribunal exigindo um ressarcimento por danos causados.

 

Conforme o acórdão do 5º Juiz Cível da Comarca de Lisboa o que determinou a condenação da DW2 foi a tese apresentada pela IDW / DW2 referente as instruções de preenchimento e validação dos boletins de forma não convincente, visto que a IDW enquanto empresa especializada na captura de dados e digitalização de matrizes, tem por obrigação de saber qual a tecnologia a ser utilizada para conseguir o objetivo pretendido e não a CVCV enquanto instituição contratante. Continuando, a deliberação observa que a empresa contratada esteve envolvida e participou de forma direta na elaboração do “projeto de automatização”, o que lhe estorva imputar as consequências de utilização da tecnologia utilizada à CVCV pelo não cumprimento dos restantes pressupostos contratuais, no que diz respeito aos tempos e arquitetura do sistema, concebida.

 

Porém, os advogados da Cruz Vermelha de Cabo Verde acautelam-se chamando atenção que, enquanto o juízo não transitar em julgado, a DW2 poderá recorrer da decisão ou  requerer a alteração da factualidade dada como provada com base nas gravações do julgamento. “Se isso não acontecer no prazo previsto, a CVCV pode interpelar a DW2 para o cumprimento imediato da sentença, sob pena desta instituição filantrópica avançar com uma ação executiva para a sua observância” concluiu. 

Em comemoração ao dia internacional da Cruz Vermelha Internacional e do Crescente Vermelho o Presidente da República de Cabo Verde, Dr. Jorge Carlos Fonseca, enquanto presidente de honra da Cruz Vermelha de Cabo Verde, a partir de Ribeira Grande, Santo Antão endereçou ao mundo e a nação cabo-verdiana, em particular, um comunicado enaltecendo o papel dos largos milhões de voluntários espalhados pelo universo, cuja missão central  é aliviar o sofrimento humano dilacerados por guerras, catástrofes naturais e por vulnerabilidades diversas.

Aproveitando a ocasião enalteceu o papel primordial que a Cruz Vermelha de Cabo Verde vem desempenhando no quadro da pandemia do novo coronavírus que tanto mal tem causado ressaltando o importantíssimo apoio prestado aos serviços de saúde durante estes tempos de pandemia e a inestimável contribuição da legião de voluntários que, em todos os cantos do país ajudam a minimizar o padecimento dos mais necessitados.

Comunicado na íntegra de Sua Excelência, senhor Presidente da República de Cabo Verde

 

Celebra-se hoje o Dia internacional da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho, maior organização humanitária do planeta e que reúne largos milhões de voluntários espalhados pelo mundo, cuja missão central é aliviar o sofrimento de seres humanos dilacerados por guerras, catástrofes naturais e por vulnerabilidades diversas.

 

O Movimento promove o respeito pela dignidade humana, em particular durante conflitos armados, através de 189 Sociedades Nacionais da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho, unidas por sete Princípios Fundamentais, de entre os quais se destacam a Humanidade, a Independência, a Neutralidade, o Voluntariado e a Universalidade.

 

Não obstante a omnipresença dos voluntários da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho em praticamente todos os cenários em que um ser humano sofre, a sua missão tem-se tornado mais complexa, em razão da mudança de natureza dos conflitos existentes em grande parte do globo  

Desde o século XIX, os conflitos deflagram-se cada vez mais dentro dos países, travados entre forças armadas nacionais e grupos de oposição, ou entre vários grupos rivais. 

 

Posteriormente, verificou-se, também, um aumento no número de conflitos entre comunidades motivados por identidades, que muitas vezes resultam em violência generalizada e numa grande quantidade de pessoas deslocadas. 

 

Este quadro já de si muito complexo alterou-se, ainda mais, com a chamada “guerra contra o terror”, que veio condicionar poderosamente a ação humanitária.

 

Na realidade, ao assumir uma dura postura contra o que consideram grupos terroristas, os Estados, às vezes, utilizam medidas que vão além dos limites das práticas aceites segundo o Direito Internacional Humanitário (DIH) e o Direito Internacional dos Direitos Humanos (DIDH).

Este quadro, felizmente, não tem impedido o Movimento de continuar a honrar os seus princípios e a acudir às vítimas das guerras, das catástrofes naturais e das doenças.

 

A Cruz Vermelha de Cabo Verde, com os seus mais de 1500 voluntários, tem assumido de forma integral e solidária os princípios que norteiam o Movimento e, felizmente, enquanto agente da Proteção Civil, já habituou os cabo-verdianos a uma presença permanente e reconfortante em todas as situações de dificuldade que nos têm assolado.

 

Tanto nos contextos de doença como nas de catástrofes naturais, a bandeira da instituição que sempre congrega amparo, coragem, apoio, suporte e dignidade, é desfraldada.

 

Mesmo em situação de normalidade a Cruz Vermelha de Cabo Verde diz-se presente no dia-a-dia de muitas pessoas idosas e de diversas crianças através de programas socais e educativos.

Muitos doentes crónicos são amparados pela Cruz Vermelha que ainda estende a sua intervenção pelas áreas ambiental e do saneamento.

 

Neste dia internacional da Cruz Vermelha queria enaltecer o papel primordial que ela tem desempenhado no quadro da epidemia do novo coronavírus que tanto mal nos tem causado.

 

O importantíssimo apoio prestado aos serviços de saúde durante estes tempos de epidemia e a inestimável contribuição da legião de voluntários que, em todos os cantos do país, ajudam a minimizar o sofrimento dos mais necessitados, são uma eloquente mensagem de solidariedade e um reforço da certeza de que a doença será vencida.

 

Nas qualidades de Presidente da República e de Presidente de Honra da Cruz Vermelha de Cabo Verde, exprimo o meu profundo reconhecimento à Cruz Vermelha de Cabo Verde, muito especialmente aos seus voluntários.

 

JCF

Introduza as suas credenciais